E os motoristas ainda têm desconto no IPVA”, explica Mauro Melara, gerente do segmento veicular da Compagas. Com o GNV, o veículo roda, em média 13,2 quilômetros por metro cúbico, enquanto com a gasolina faz 10,7 quilômetros por litro e com o etanol, 7,5 quilômetros por litro. No Paraná, um quilômetro com GNV custa R$ 0,19 contra R$ 0,38 da gasolina e R$ 0,40 do etanol. Para os carros movidos a gás natural, o custo do imposto é de 1% sobre o valor do veículo, contra os 3,5% do valor sobre os automóveis movidos a gasolina e/ou etanol.  “Com a economia no IPVA e no abastecimento, em poucos meses o motorista recupera o valor gasto na conversão. E, com a nova geração dos kits de GNV, o veículo mantém o desempenho e a durabilidade do motor”, afirma Melara. Concessionária responsável pela distribuição do gás natural no Paraná, a Compagas conta com 36 postos revendedores de GNV, distribuídos pelas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de um em Londrina, que comercializa o gás fornecido pela GasLocal. São mais de 34 mil veículos que já utilizam o gás natural no Estado e 18 oficinas credenciadas pelo INMETRO para efetuar a conversão. No site da Compagas é possível fazer as contas e descobrir o quanto cada motorista pode economizar com o GNV. Concessionária responsável pela distribuição de gás natural no Estado do Paraná. A Sanepar sugere que cada imóvel tenha uma caixa-d’água de pelo menos 500 litros. Assim, é possível ter água por 24 horas, no mínimo.  A orientação é evitar desperdícios. Hoje, segundo dados estimados, seriam mais de mil animais vivendo soltos nas ruas, sem amparo e sem os devidos cuidados com a higiene e a saúde. Não se trata de comoção fútil, mas sim uma preocupação até mesmo com a saúde pública, haja vista que animais sem os devidos cuidados podem transmitir doenças, sem mencionar os riscos de acidentes. E por que se chegou a esta situação quase incontrolável? Muito da culpa está nos ombros do poder público que ao longo do tempo se omitiu em relação ao problema e, ao invés de atacá-lo de frente, foi postergando uma ação mais efetiva, mesmo com tantas propostas apresentadas. O projeto de castração que hoje tanto se comenta estava pronto há pelo menos dez anos. Se não nos mesmos moldes, certamente numa escala capaz de não deixar o problema da natalidade crescer da forma como aconteceu. Mas é preciso também se lembrar dos antigos donos, até porque muitos destes milhares de animais um dia tiveram um lar para chamar de seu. Houvesse um projeto mais forte em relação à posse responsável, quem sabe hoje a situação não seria diferente. O Jornal do Oeste, ainda no início desta discussão, apresentou o modelo adotado em São José dos Pinhais, onde cada animal recebia um chip com os dados cadastrais dos donos e, caso o animal fosse encontrado abandonado, seus ‘donos’ seriam responsabilizados.